
A capacitação aborda temas relacionados à proteção integral de crianças e adolescentes, atuação policial no ambiente escolar, ECA Digital e enfrentamento ao racismo.
A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro (DPRJ) participou, nesta segunda-feira (24), do XXII Curso de Formação de Instrutores do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (PROERD), promovido pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ). A instituição foi representada pela Defensora Pública Letícia Kirchhoff Ribeiro, Coordenadora de Infância e Juventude (Coinfância), e pela Defensora Pública Luciana Mota, Coordenadora de Equidade Racial (Coopera e Nucora).
O PROERD é um programa educacional conduzido por policiais militares e direcionado a estudantes do 5º e 7º anos do ensino fundamental. A iniciativa busca apresentar, de forma lúdica, os riscos e as consequências relacionados ao uso de drogas e à violência, contribuindo para a prevenção do envolvimento de crianças e adolescentes com situações de violência e criminalidade.
– A participação da Defensoria reforça a importância do diálogo interinstitucional e da formação permanente dos profissionais que atuam diretamente no ambiente escolar, contribuindo para que a escola seja um espaço de proteção, respeito às diferenças e promoção de direitos – afirma Letícia Kirchhoff Ribeiro, Coordenadora de Infância e Juventude da DPRJ.
A capacitação, que prepara os policiais para atuar em sala de aula, aborda temas relacionados à proteção integral de crianças e adolescentes, à atuação policial no ambiente escolar, ao ECA Digital e ao enfrentamento ao racismo. A programação destaca a importância de uma atuação preventiva, protetiva e comprometida com os direitos de crianças e adolescentes.
– A escola deve ser um espaço de proteção, respeito e promoção da igualdade. Falar sobre equidade racial na formação dos instrutores do PROERD é contribuir para uma atuação cada vez mais consciente, capaz de reconhecer desigualdades, prevenir práticas discriminatórias e assegurar que todas as crianças e adolescentes sejam tratados com dignidade e respeito – destacou Luciana Mota, Coordenadora de Equidade Racial da DPRJ.
Texto: Victor Silveira e Ana Clara Prevedello